CAPÍTULO 15
(Parte 15 da ficção)
E para todos
Projeto de vida
Criar um projeto de vida humanizada imaginada para todos dirigir o certo antes do errado porque os dois lados estão certos vale o que aprende primeiro fica o filme da vida real na mente de todos
A reforma social e cultural da ficção
A reforma social e cultural da ficção surpreendeu pela iniciativa das comunidades que começaram a fazer o que podia para chamar atenção da mídia das autoridades e de toda sociedade, pela situação que existia. Não deveriam ter estas disparidades na realidade virtual e real.
O papel positivo da mídia
O papel positivo da mídia que participava de todas as soluções possíveis nos projetos de desenvolvimento humano para o progresso de todos, sempre que fazia reportagens de algumas coisas, despertava interesse. Faziam a checagem da situação, dos responsáveis e da documentação existente. Se aparecesse alguma irregularidade nos locais das matérias antes de publicar, eles mesmos davam auxílio, colocando tudo em dia, com a participação dos órgãos oficiais, disponibilizando especialistas de respectivas áreas, conforme a necessidade, tanto para empresas de negócios como para instituições sociais e culturais. Todos ajudavam a pôr a casa em dia.
Dentro da ficção
Dentro da ficção tinha uma escrita, que vinha coincidindo com a realidade de todas as situações existentes. O que foi escrito se realizou e vai se profetizar pelo clima quente que vem pela frente, tirando todas as indiferenças entre povos, acabando com os conflitos das desuniões por uma única saída: Recuperar as células perdidas, as que dão vida à nossa continuidade e a de todas as espécies que sobrevivem de oxigênio, limpo.
Os projetos
Os projetos, com o objetivo de ajudar o indivíduo a ser grato ao próximo e a construir solução social, passaram a ser obrigação de todos na ficção, e levou anos para começar... Usando a própria situação, para consertar o meio em que se vive, sendo restaurado sem briga, sustentando assim a existência.
O guia social
O guia social foi uma das causas das tantas coisas que fez a imprensa, tornarem-se a maravilha da ficção nos projetos de solução com a participação de todos, pela única causa: A continuação da nossa espécie e todas as outras que vivem em função do clima estável.
O rali show social e cultural
O “rali show social e cultural” foi uma atração das mais bem concorridas da TV's (programas do estilo BBB) da ficção, que virou realidade por conseqüência do destino das situações e das coisas sobre as causas.
E na ficção
E na ficção, tinham os estudantes que moravam nas pensões e nas mansões. Quando se formaram, prestaram concursos públicos para serem professores. Os das pensões passaram e os das mansões também.
Das pensões
Os das pensões não assumiam. Eram deixados de lado para ver se desistiam.
Das mansões
Os das mansões assumiam já no primeiro dia.
“Troca & troca de livros” da ficção
“Troca & troca de livros” da ficção começou num boteco de rodoviária que já estava escrito na “ficção da ficção” e ninguém dava bola. Ainda servia como motivo de sarcasmo. Era motivo de muita gozação! Lógico! Lá só tinha bêbados, turbinados pelas doses de cachaça de marcas da roça.. Pura como água de coco natural que só jacaré tomava. De tanto fiado, o boteco mudou.
O boteco mudou
O boteco mudou e junto veio o “Troca & troca de livros” que acabou virando uma “Internet da ficção” sem os livros. Quem tinha os livros, era um jornaleiro da banca ao lado que ouviu falar do “troca & troca dos livros” e disse que vinha muita gente para doar livros na banca dele e ele não tinha a quem doar.
A sacola de livros
A sacola de livros colocou a “Troca & troca de livros” no ar, através do dono da banca, que disse para um companheiro de trabalho: “De repente, parou de vir gente oferecer livros, mas tem uma senhora que quer vender uma sacola com cinqüenta livros por R$ 50,00 e que segundo ela, pertenciam a “Brigite Bardô”.
A pesquisa de preço
A pesquisa de preço foi feita para ver se os livros valiam o que era sugerido pela senhora e na realidade, os livros eram do dono da banca de revista. Conforme a pesquisa, daria para comprar cem livros por trinta reais, porém foi comprada a sacola da banca.
A compra dos livros
A compra dos livros deu publicidade porque todo mundo ficou sabendo dessa compra e a curiosidade fez muita gente visitar o local que logo recebeu muitas doações de verdade.
E muita história
E muita história saiu desta... Uma delas foi à doação feita pelo Sindicato dos Professores e outros, que renovaram o acervo levando e estoque para lá.
Outra história
Outra história da “troca & troca de livros” aonde você leva um livro, lê traz de volta ou outro no lugar, ou ainda, passa para alguém que traz e troca por outro e continua lendo e a imprensa divulgando positivamente assim pareceu estrangeira e o governo convidou a “Troca & troca de livros”, o professor e uns voluntários para implantar.
E com a divulgação
E com a divulgação apareceu muita gente e como tinha muitos livros e ainda não era possível montar uma biblioteca, chegou o professor que criou o projeto das bibliotecas comunitárias, repassando e montando assim mais bibliotecas comunitárias.
O convite só foi o professor
O convite só foi o professor que ficou dois dias relatando o projeto aos assessores onde o “Troca & troca” o professor e mais voluntários iriam participar do projeto que era do lixo para o luxo. No terceiro dia, o professor passou na “Troca & troca de livros” e disse que em quinze dias sairia à resposta do projeto, disse que não podíamos assoviar e chupar cana ao mesmo tempo, mas sim, criar a política das multiplicações, provocando as pessoas e fazer o mesmo que Jesus Cristo fez. Também disse para já ficarmos prepararmos para a resposta.
E a resposta veio
E a resposta veio em quinze dias com o professor chateado, porque fomos descartados. Depois de tudo detalhado, decidiram montar uma biblioteca giratória no metrô e não na periferia. E eu disse que era isso que estava querendo dizer ao senhor. É melhor provocar a multiplicação de gente para fazer o mesmo, em vez de querer resolver tudo sozinho.
O milagre da multiplicação
O milagre da multiplicação é saber onde está a receita, que é o caminho mais curto para a solução em cima da situação; Em linha, em rede; Assim como Jesus Cristo fez, caminhando e anotando tudo por onde passava. Conheceu um padeiro, um vinheiro, um pescador...
A solução
A solução apareceu quando ele chegou numa cidade que tinha muita farinha e ninguém sabia fazer pão. Leu no seu diário de viagem e lembrou-se do português fabricante de pão e assim começou a todos a fazerem o pão.
Assim foi
Assim foi com o fabricante de vinho, que ficava pulando em cima das uvas, dentro de um tanque. Entrava com o pé sujo e saia de pé limpo, produzindo um bom vinho na cidade da uva...
E o pescador
E o pescador e sua canoa, jogando a rede em cima dos cardumes, pegavam muitos peixes... No porto dos peixes.
As instituições diversas
As instituições diversas são necessárias, assim como novos laboratórios pilotos. Porém é preciso estar bem vacinado com as jogadas dos viciados em multiplicar solução inexistente só cadastrando gente, como na ficção... Na prática, só meia dúzias de pessoas são beneficiadas, isso. Não produz a solução desejada para o social e ainda patina como trator de esteira na lama, ou seja, sempre no mesmo lugar... Sem solução, sem destino com muitos gastos...
As instituições
As instituições da ficção que gerenciavam a ressocialização não deram conta do recado com todo poder do estado e de outros, surgiram diversas instituições paralelas e nada aconteceu. Algumas até chegaram a abrir filiais... E então, foram lançados os planos pilotos para servirem de pano de fundo.
Uma das novidades
Uma das novidades lançadas como plano piloto de fundo, demonstrou ser uma solução alternativa viável. Foi testada em rede não deu em nada e individualmente começou a funcionar sem xerife.
Sem xerife
Sem xerife as soluções tão esperadas de ressocialização começaram a decolar e na maior parte, sem precisar dos chips eletrônicos de convívio familiar e pela educação de qualidade, levada para todos.
O projeto sem segredo
O projeto sem segredo começou com a seleção de uma a quatro famílias (sem-teto, sem-terra e outros), com uma dinâmica avançada, através de programas de televisão, em que cada uma, fica responsável por um projeto denominado “Ralé Show” e assim, cria-se um endereço para quem não tem e também se inicia o processo do fim das moradias inabitáveis para o ser humano da ficção. E o controle...
O cadastro
O cadastro das instituições era uma obra-prima multiplicava as promessas iludia a própria fantasia dos números da ficção
Vôo dos urubus
Muitas pessoas deixam uma quantia significativa para seus herdeiros e outros têm muito para deixar e nenhum herdeiro, quando morrem a herança fica para urubus, antes de irem para alguma instituição religiosa, Santa Casa ou Universidades que façam uso dessas heranças para suas próprias necessidades ou a transformem em dormitórios para estudantes ou cedam acomodações para alguma instituição integrada ao sistema no mesmo objetivo
A troca de certificado
A troca de certificado foi dada ao capanga da fazenda que não fez curso sô foi convidado a ir a capital receber o diplo-minha por engano colocaram certificado de costureira em vez de mecânico alias isso tudo começou numa ONG que ofereceu vários cursos as empresas e ao governo que fizeram parcerias e só davam cursos na capital e algumas cidades e o pessoal que vinham de diversas cidades do interior eram convidados e orientados através de um cachê e toda despesa resumindo eram distribuídos para três mil participantes como tivesse feito curso para receber o certificado, mas só dez por cento fazia algum tipo de curso resumindo dez por cento reais noventa por cento ficções na indústria do faz que faça o castro ser do tamanho de gigante e na pratica presente só a turma da visualização e imagem para divulgar o numero dos cadastrados sem conferir a freqüência
O ideal seria
O ideal seria se essas pessoas que têm tanto e nada poderão levar junto na hora da partida, dar o destino de tudo em vida, para fazer a diferença para muitos e ainda dar a eles mais tempo de vida. Herdar em vida sem perder o direito, até partir. É solução garantida, através de uma instituição própria e com regras determinadas.
Por isso na ficção
Por isso na ficção, depois que a imprensa começou a mudar os hábitos para divulgar o que é feito, por quem e como é constituída a composição das instituições diversas é que fazem aparece na ta nela
E com isso
E com isso, começaram as parcerias integradas à imprensa que só divulgava as ações das pessoas, empresas e instituições no geral, depois de tudo analisado. Se estivesse certo publicava, para promover soluções e se não, ajudava entrando juntamente com os órgãos públicos e privados para pôr a casa em dia. A prefeitura entrava com assessoria sócio-cultural e regularizava tudo isso. Tanto fazia se eram instituições informais ou empresas, arrumavam tudo e o SEBRAE enviava especialistas para ensinar os responsáveis a administrar as empresas e instituições que recebiam doações e empréstimos, ensinando assim a dar origem e destino.
Quando tudo na ficção
Quando tudo na ficção começou a funcionar nos trilhos, surpreendeu a todos, que jamais imaginavam que até as doações eram desviadas... Empresas que pegavam empréstimos sumiam... Isso parou de ocorrer e a solução que nunca chegava, começou a aparecer com a consultoria integrada e com a união dos órgãos públicos privados (sociedade participativa sem medo de morrer porque o extorqui-mento). (((e o que pega o lucro do seu negocio formal ou informal por alguma a irregularidade existente e cai na mão de quem não devia as informações) e a corrupção perdeu a força com a união de todos na mesma direção)). Fazendo a violência diminuir mais depressa do que se podia pensar com o fim das favelas e as casas de passarinhos começou as construções de gente morar civilizada
Depois disso
Depois disso nada mais andava sozinho e individualmente. Só coletivamente. Até as reformas tão desejadas por diversos setores chegaram, através das pesquisas, ouvindo a opinião do público que escalou a seqüência das prioridades. Em primeiro lugar, deseja pelos estudantes e universitários vieram à educação de qualidade e foram apoiados por todos. Foi aprovado e executado e com isso, as greves gerais foram suspensas por todas as categorias existentes...
E a união de todos faz tudo acontecer mais rápido
Assim como está escrito no capitulo 13, poderiam surgir novos talentos na política, após a reeleição do Lula a nível nacional e no capítulo 15, intitulado como “A reforma social e cultural da ficção” diz que está despontando uma nova safra de primeira linha jogando aberto na banda da solução para todos e no estilo usado pelo Lula da ficção, que aproveitou bem o conteúdo da ficção para promover o social e a reforma cultural. A maior revelação do momento dita pelos bastidores (fora da imprensa) é o administrador da prefeitura de São Paulo. Se for candidato, será o possível eleito, porque quem vota é o povo se o candidato for o Kassab ele vai longe.
Tudo está coincidindo e vai continuar, com a ficção nos fatos das coisas estranhas, ruins e boas. Estamos entrando na era da energia positiva!
Brasil é o pais da fartura natural
Só precisa de muitos portos e aeroportos muita ferrovia porque trem não paga pedágio
Porque o Brasil é um pais da fartura natural e na era do biodiesel, vai avançar para energia do futuro. A energia final começará a restaurar o planeta terra para financiar a recuperação da natureza. Imposto único vegetal a nível mundial.
Na ficção diz uma frase positiva
Se o Lula não fizer nada
Já e um milagre
Se fizer
Nem precisa de milagre
Sistema digital
Sistema digital e o controle cadastral de acesso eram livres de tudo corria solto para serem analisadas todas as brechas para tampar os buracos que facilitava os estelionatários golpistas e mais a praticar atos ilícitos por não terem uma educação de qualidade fazem coisas sem qualidade e na ficção antes era cadastrado foi um desastre porque sem um programa antes seguro de vazamento dos cadastrados ficou pior do que sem cadastrar porque as informações dos cadastro paravam na mão de quem não devia ela la na ficção com tudo livre foi mais fácil desenvolver programas para combater os vícios dos viciados nas malvadezas dos malvados que gastar muito prendendo gente sem resolver os problemas ate as policias da ficção montavam diversos tipos de comércios e adoçavam a manada de gado para saber de tudo como funcionava para desenvolver softwares para solução
Cidade limpa
Cidade limpa e o novo visual certo para o futuro da cidade deu uma mãozinha para os jornais rádios TV internet vender mais anuncio e vai surgir novos sistema na praça para divulgar têm vários a caminho o da ficção e a segunda mão porque não existe a segunda sem a primeira e com o faturamento aumentando e a nova legislação funcionando a imprensa colaborava para por a casa em dia
As contas do celulares
As contas dos celulares da ficção chegou a ficar 70% por cento em atraso e novidade foi a idade da maioria dos devedores dessas contas
A contagem regressiva
A contagem regressiva para o fim do planeta ficão começou a provocar uma quinica diferente na população deixando sem rumo com uma bolha no cérebro sem imaginar como seria o dia do fim e sem saber para onde ir alem dali onde cada um calculava o tempo que achava para saber
se tinha como fazer algo
Ai veio
Ai veio uma possibilidade sugerida pelos cientistas que começaram a rever tudo o que já foi pesquisa sobre a existência de seres vivos fora do planeta da ficção e todas tentativas já realizada para descobrir outros planetas habitáveis
O negocio das bolsas
O negocio das bolsas foi investir na pesquisa de tudo que podeira levar ao espaço mais rápido com isso a industria de aviões foguetes naves e aeronaves e outros ligados ao ramos começou a ter a preferencia no mercado de ações mais negociadas foi das fabricas ligadas a todas as coisas e projeto que tivesse ligação na aérea espacial
Com a descoberta
Coma a descoberta de novos planetas que poderiam ser compatível com o nosso planeta e o desenvolvimento da vários protipos de naves possíveis para encurtar a distancias em chegar a qualquer planeta em horas foi a corrida para bolsa do espaço ter a preferencia no mercado das ações
Att: Paulo I. Kasmirski RG: 12.837.116 SSP – SP
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
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